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Aproveite para tomar contato com os artigos de Carlos Bernardo González Pecotche, criador da Logosofia.

Os demais artigos foram extraídos de trabalhos realizados por logósofos, com resultados alcançados na prática dos conhecimentos oferecidos por essa ciência.

Os artigos poderão ser reproduzidos livremente desde que sejam mencionados o nome da Fundação Logosófica, o site www.logosofia.org.br e o nome de seus autores.

Mãe: encantamento, exemplo e tesouro

Riqueza, poder e prestígio não fazem a magia de um lar. A experiência mostra que a exclusiva dedicação aos bens materiais não dá à mulher a felicidade que ela encontra quando consegue ser a alma de uma casa, encantamento sem-par para os filhos, exemplo e tesouro para cada geração.

Assim descreve o pensador e humanista González Pecotche, criador da Logosofia, sobre os encantos da mulher, manifestados em seu coração de esposa e de mãe:

“Sabemos que, quando Deus criou o homem e o consagrou rei da Criação, notou que algo faltava para completar a obra; esse algo era, precisamente, a mulher, o encanto da mulher, que, com sua sensibilidade, simboliza o aspecto divino da existência do homem. Ela lhe foi apresentada como companheira e colaboradora da obra que ele devia erigir sobre a Terra: a família humana e o mundo.

Foi-lhe apresentada, também, para que visse refletidos nela todos os encantos da Natureza, e para que compreendesse que ela devia ser para ele o reflexo de sua própria alma, feminina também; vale dizer, para que sempre tivesse presente que essa imagem, posta diante dele, não tinha por finalidade satisfazer, simplesmente, as prementes exigências do instinto, senão para adquirir aquilo que, nela manifesto, está igualmente dentro de seu próprio ser. É, pois, a mulher a expressão manifesta do espírito do homem, como é o homem a expressão manifesta do espírito da mulher.
 

Nada possui mais encantos que a pureza de uma mulher,
manifestada em seu coração de esposa e de mãe;
pureza que fala a ela mesma da missão insubstituível de sua existência


O cultivo mental deve constituir para a mulher uma necessidade tão intensa quanto a que sente para embelezar sua pessoa. Mas isso não é tudo. Pode-se bem presumir que os benefícios que uma preparação dessa índole lhe oferece sejam incalculáveis. A posição espiritual da mulher que é sabedora de que conta com aptidões para enfrentar a vida é muito diferente da posição daquela que não as possui.

E quem, senão os próprios filhos, haverá de recordar com gratidão essa graça quase sublime que uma mãe inteligente e culta derrama sobre suas almas? Que prêmio maior pode haver para seus sacrifícios que o de ver seu nome, símbolo de exemplo, ser bendito e venerado por todos? Mulheres assim são as que forjam o ideal das gerações.” 

Trechos extraídos dos livros Intermédio Logosófico, p. 100, e Coletânea da Revista Logosofia, tomo 3, p. 3
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